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Danny Reis, cantora, revisora e tradutora. Apaixonada por artes, idiomas e comportamento.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Eu e a poesia

Sempre gostei de poesia, desde que ela servia (na minha cabeça) apenas para ilustrar a Gramática escolar. E eu mal sabia o que era. Mas sabia o que ela causava em mim. Causa até hoje.

Já disse que amo as palavras. “As ditas e as não ditas”, como escrevi na letra da canção (minha parceria com o organista, pianista, compositor etc. Felipe Radicetti). Aquelas que dizem muito, e as que apenas sugerem. E dizem tanto, sem usar tantos recursos... Minha grande dificuldade, aliás: sugerir, de forma econômica. Me acho explícita demais.

Mas eu não estava querendo falar de mim, e sim, desses grandes poetas : Vinicius de Moraes, Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Pablo Neruda. Mas não só: falo de Fabrício Carpinejar (sobrenome que sempre me pareceu um verbo), Etel Frota, Marcelo Batalha, Lucia Helena Corrêa, Sérgio Veleiro, Abel de Jesus Requião. E os letristas, que a mim, não deixam a desejar em nada à poesia: Zé Edu Camargo, Alexandre Lemos, Léo Nogueira, Tony Pelosi, SergioNatureza, Luhli, Lucina.

Meus mestres. A quem “invejo” criativamente. Pessoas cujas palavras almejo não copiar ou mesmo fazer parecido. Mas que eu coloco num pedestal, para que um dia – quem sabe – eu consiga chegar perto.

Elisa Lucinda. Outra grande. Que ainda interpreta, e com maestria, seus poemas.

 Tenho tantos mestres – que muitas vezes nem imaginam – que não conseguirei citar todos num texto simples como este. Só queria mesmo deixar registrada minha gratidão por esses caras um dia terem existido – e alguns deles, eu ter conhecido pessoalmente. Minha alegria.




8 comentários:

  1. coisa linda, essa menina...

    Veleiro

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  2. Danny, muito honrada por figurar nessa sua galeria... Grande beijo!

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  3. Esta é anônima mesmo! :)
    Mas acho que foi você, LHC, quem escreveu, né?
    Outro grande beijo!

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  4. Pô, Dany! Fico meio encabulado "ouvindo" você falar assim de mim. Mas agradeço por fazer parte desse seu universo e vizinho de tanta estrela de brilho intenso.

    Mas, ó, "poetar" é brincar com as palavras, e isso você já sabe fazer bem. Talvez o que te falte (e o que falta a nós todos, em menor ou maior grau) é brincar cada vez mais, pois quando o fazemos acabamos sempre por descobrir brincadeiras outras. E o que é melhor: as palavras não se fazem de rogadas e sempre aceitam nessas brincadeiras novas regras... Ou mesmo quebrar as regras.

    Beijos brincalhões e desregrados,
    Léo.

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  5. Pra mim é um privilégio conviver com tanta poesia à minha volta. Obrigado por me colocar nessa panela tão inspirada. Bjs Tony

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  6. Léo, fique encabulado não! Você pode. :)))
    É, talvez me falte brincar mais com as palavras... Mas agora elas, depois de tanto tempo represadas, parecem estar jorrando de mim. Uma loucura!
    Beijo grande!
    Danny, que ainda vai visitar o blog da Kana!

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  7. Oi, Tony! Nem precisa agradecer. Você, pra mim, está entre os grandes.
    Beijão!

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